Certa vez, um homem estava na porta chamada Formosa quando Pedro e João passaram por ali. Ele era coxo, pedia esmolas há muito tempo. Quando os apóstolos de Jesus apareceram, já após terem recebido o Espírito Santo em Pentecostes, aquele velho homem pediu-lhes dinheiro, como ele fazia com todos os que passavam ali. Foi aí que Pedro, repleto do amor e do poder de Deus, disse que não tinha nem ouro nem prata, mas que daria ao doente aquilo que ele tinha. O resultado foi que o homem levantou-se e andou, curado.
O irmão Branham aborda na mensagem "Sem dinheiro ou sem preço" que as dádivas de Deus são de graça. Enquanto o homem cobra para fazer qualquer favor ou prestar qualquer serviço, o Senhor Jesus ordenou que déssemos de graça aquilo que de graça recebemos. "Geralmente, quando eles te tiram do buraco, você está todo arranhado, você tem que ir para o hospital. E antes de eles começarem a cuidar de você, antes, uma coisa é feita; eles te perguntam: 'Quem é que vai pagar a conta?' (no caso de um hospital privado); antes de fazerem qualquer coisa, tem de haver dinheiro na frente. (...) Mas quando o nosso Senhor coloca Sua corrente de amor ao redor do seu coração e te puxa do buraco do pecado, Ele cura cada coração partido, tira todo o pecado. E a sua conta é colocada no mar do esquecimento para nunca mais ser lembrada contra você. (...) Não importa o quanto você esteja ferido. (...) Ele cura as mágoas, tira a tristeza" (SEM DINHEIRO OU SEM PREÇO, parágrafos 66 e 67).
O mundo hoje é movido, mais do que nunca, pelo dinheiro. Muitas pessoas passam a vida toda trabalhando não só para poderem viver com o que lhes é necessário, mas para ter dinheiro de sobra. Já os que são ricos, muitas vezes, declaram não serem completamente felizes, mesmo com uma conta bancária gorda. Dessa forma, a sociedade inteira está à mercê do capital; basta uma crise em alguma bolsa de valores que o mundo todo fica em alerta.
O dinheiro, de fato, compra muitas coisas, mas "todas as coisas duradouras, todas as coisas que são boas, todas as coisas que são agradáveis, todas as coisas que são eternas são de graça e não te custam nada" (parágrafo 125). O perdão dos nossos pecados custou algo sim, mas não foi dinheiro; foi sangue. Além disso, não custou a nós, mas ao nosso Senhor Jesus Cristo. "O buraco do pecado e da incredulidade, Deus te tirará intencionalmente dele, sem dinheiro, sem custo (...) Jesus pagou isto no Calvário" (parágrafos 63 e 65).
Por isso, pense nisso: há coisas muito valiosas as quais o dinheiro não pode pagar. Uma delas é a sua vida redimida, não por você mesmo, mas por nosso Senhor Jesus Cristo, que nos redimiu.
Deus te abençoe.
Ir. Luiz Filipe.
Texto baseado na mensagem "SEM DINHEIRO OU SEM PREÇO", pregada por William Marrion Branham em 02 de agosto de 1959.