Nos últimos dias, viemos refletindo sobre reconhecer a presença de Deus e saber quem Jesus Cristo é em verdade. Vimos que os fariseus rejeitaram a Cristo, mesmo Ele estando tão biblicamente identificado, como diz o profeta de Deus para esta era, William Marrion Branham.
Mas sempre foi assim com todos os que podemos chamar de heróis e mártires. Joana D’arc, como o irmão Branham menciona na mensagem “A PRESENÇA DE DEUS NÃO RECONHECIDA”, hoje é considerada uma heroína para os franceses. Entretanto, na época de sua luta, ela não foi reconhecida como tal, o que lhe custou a vida, perdida na fogueira acesa pela Igreja Católica. O profeta não citou Tiradentes, mas certamente o faria se fosse brasileiro, já que aquele herói da Inconfidência Mineira é um dos mais notáveis exemplos de mártires da nossa pátria. Em seu tempo, porém, Tiradentes foi condenado à morte por defender a independência do Brasil em relação a Portugal.
Com Jesus, o mesmo ocorreu. Aliás, não só com o próprio Deus em carne humana, mas também com todos os Seus enviados, desde os profetas da Lei até os do tempo da Graça. O povo de Israel costumava rejeitar os profetas que o Senhor lhe enviava. Hoje não é diferente: esta geração não aceita o mensageiro da última era da igreja; prefere se manter em suas tradições, em seus cultos técnicos, em seus dogmas e credos tolos, enquanto a única intenção do irmão Branham foi, através da mensagem, combater o pecado e o engano, levando o povo cristão de volta à genuína Palavra Original. Mas o povo “santo e cristão” dos nossos dias não o aceita. Ora, não foi o mesmo que os judeus fizeram a João Batista, o Elias daqueles dias? E, pior, praticaram o mesmo tipo de rejeição a Jesus Cristo. Os fariseus não puderam reconhecê-Lo; queriam sinais e tiveram diversos sinais da parte de Jesus. Viram curas e milagres, mas não puderam acreditar que o Messias que esperavam nasceu em meio a um monte de esterco, numa manjedoura, e não num palácio real. Não puderam aceitar que o Messias não veio através de seus credos. Supostamente valorizaram mais a lei de Moisés e dos profetas como se esta não apontasse para o próprio Cristo que estava diante deles.
Esta geração não reconhece a boca de Deus para este tempo. Alguns, de fato, estão cegos e não enxergam que os ensinamentos do irmão Branham são a voz de Deus e combinam com as Escrituras Sagradas. Contudo, alguns até reconhecem que tudo isto é a verdade, mas preferem seguir em suas igrejas, em suas tradições, com medo de perder seu ganha-pão, como se Jesus não tivesse prometido tudo isso a quem seguisse Sua palavra. Ora, esta geração diz que não estaria entre aqueles que crucificaram a Jesus há mais de dois mil anos. Mas se rejeitam ao povo de Deus e ao Seu profeta hoje é porque não reconheceriam a Jesus quando Ele esteve aqui na Terra. Certamente estariam em meio aos religiosos que pediam pra que Cristo descesse da cruz. Foi por isso que, sob inspiração divina, o irmão Branham enfatizou: “Eu condeno esta geração pela segunda crucificação de Jesus Cristo” (“A ACUSAÇÃO”, parágrafo 68).
E você, tem reconhecido Jesus neste tempo? Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Ele ainda fala por profetas no tempo da Graça, e Ele enviou Seu último mensageiro para os gentios. Se você não sabia disso, fique sabendo agora, e que Deus te ajude a se livrar das tradições religiosas, mesmo dentro da Mensagem, e que cada pessoa possa reconhecer a Jesus Cristo em Seu povo, em Seus eleitos, em Seu profeta, em Sua Mensagem.
Deus abençoe a todos.
Texto baseado nas mensagens "A PRESENÇA DE DEUS NÃO RECONHECIDA" e "A ACUSAÇÃO".
Ir. Luiz Filipe.