Como muitos irmãos sabem, o tão falado Concílio Mundial de Igrejas já existe desde 1948. Trata-se de um conglomerado de várias organizações, principalmente evangélicas e ortodoxas, "que confessam o Senhor Jesus Cristo como Deus e Salvador, segundo o testemunho das Escrituras, e que procuram responder juntas à sua vocação comum, para a glória do Deus único, Pai, Filho e Espírito Santo". A Igreja Católica não participa diretamente, mas por meio de grupos de trabalhos.
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| Iniciativa busca unidade na fé entre os cristãos. |
Essa descrição está escrita no próprio site do Conselho, que agrupa cerca de 349 igrejas presentes em mais de 110 países, representando cerca de 560 milhões de cristãos em todo o mundo. Entre os objetivos dessas organizações, está a "unidade visível em uma só fé e uma só comunhão eucarística", "o testemunho comum no trabalho de missão e evangelização" e "a renovação na unidade, no culto, na missão e no serviço".
Vale lembrar, entretanto, que conforme o profeta William Marrion Branham, essa iniciativa não é abençoada por Deus, visto que busca promover a unidade numa fé errada, a começar pela falsa doutrina da Santíssima Trindade. Embora pareça uma obra para o bem, trata-se de nada mais que o joio sendo ajuntado para ser queimado, conforme as palavras do mensageiro de Deus.
