sexta-feira, 13 de maio de 2011

Não há porque temer a sexta-feira 13

Muita gente estremece os joelhos com a chegada da famosa sexta-feira 13. No mínimo, ficam desconfiadas. Acredite: há pessoas que realmente são supersticiosas com relação a esse dia. Apesar de acontecer apenas uma ou duas vezes ao ano (em 2011, a coincidência entre sexta-feira e o dia 13 só ocorre neste mês de maio), a data rende histórias e contos que já vêm de longe e que são rodeadas por desencontros.


Entre as superstições que amedrontam os mais crédulos nesse conjunto de lendas urbanas, uma se destaca. Um simples jantar com 13 pessoas, por exemplo, é encarado por alguns como uma situação que traz má sorte. A crença: Jesus Cristo foi preso e crucificado – numa sexta-feira – após a última ceia, quando 13 pessoas (Ele e seus doze discípulos) comeram o pão e beberam o vinho que representava o Corpo e o Sangue do Senhor. Há ainda outras crenças de origem euro-asiática que não envolvem o Cristianismo.


O fato é que, em geral, o ser humano tem muito mais medo do desconhecido particular do que daquilo que é partilhado por todos. Não é à toa que a união faz a força em momentos de tensão em conjunto. Lendas urbanas não causam, necessariamente, medo, mas se dissipam com facilidade, mesmo quando não há motivo para temer nada. No caso da sexta-feira 13, por exemplo, as pessoas querem evitar o que elas chamam de “azar”, mas sabem muito bem que fatos desagradáveis podem lhes sobrevir em qualquer tempo se elas não tiverem um Deus que lhes guarde e lhes proteja.


Por isso, se você é um cristão, não acredite em tais histórias que são tão internalizadas na sociedade. As pessoas confiam em ferraduras e em banhos de ervas como suficientes para lhes livrar do “mau-agouro”. Mas você, crente da mensagem da última hora, tem um Deus Vivo, capaz e atuante, que está com os Seus na sexta-feira 13 e em todos os outros 364 dias do ano. Esse Deus está com cada um de Seus filhos nas 24 horas do dia. Lembre-se disso.


Deus te abençoe.