quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Reflexão: O AMOR (I Coríntios 13)

1 - Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

2 - E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

3 - E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

4 - O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

5 - Não se porta com indecência, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal.

6 - Não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade.

7 - Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

8 - O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá.

9 - Porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos.

10 - Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.

11 - Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

12 - Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

13 - Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.